carregando
logo

Artigo

Chuvas impedem tapa-buracos no asfalto de Araputanga

access_time chat_bubble_outlineCidades
FONTE

 Falta de vontade não é. Servidores municipais da Secretaria de Obras de Araputanga fizeram hoje (25), uma tentativa para tapar as “panelas”, buracos que perturbam motoristas, pedestres e, comerciantes do centro de Araputanga.

No dia 06 de fevereiro a reportagem da Folha compareceu à sede da Secretaria de Obras, onde fotografou pelo menos dois caminhões de massa asfáltica que serão utilizadas para tapar os buracos das principais ruas de Araputanga, entre elas, claro, a Av. 23 de Maio. O trabalho inclusive começou às vésperas do 15º Carnatanga, contudo, as chuvas não deram trégua, desde então, transformando zonas urbana e rural em um carnaval de  buracos.

Apesar do Secretário de Obras, engenheiro Willy Alvarenga, ser uma pessoa empenhada e de boa vontade, a região rural onde está localizada a comunidade das Botas tem se revelado um caos, com pontes e bueiros interditados. E, parece que o índice pluviométrico aumenta a cada dia, porque estamos justamente na estação chuvosa.

Produtores rurais vêm enfrentando dificuldade para mandar o leite para a indústria, aumentando os custos por causa do uso de veículo traçado para chegar às propriedades onde estão os tambores de leite resfriado. Há relato inclusive de moto que atola em desvios.

Usuários da estrada MT-175 no trecho entre Araputanga e Cachoeirinha, que já deveria ter asfalto, reclamavam na semana passada, por causa de atoleiros em pelo menos três locais.

A reportagem da Folha viajou na estrada, na tarde de sexta-feira (22), mas, os três trechos reclamados receberam maquinário com material adequado e acabaram com os atoleiros. Além disso os trabalhadores da  Prefeitura de Araputanga fizeram saídas d’ água.

Deixando a MT-175, depois de Cachoeirinha, na estrada para o senhor Abel Velho, duas pontes foram recuperadas.

A prefeitura, comprou, na semana passada 46 pranchões medindo 30cm por 6cm de espessura, diretamente de uma madeireira para fazer pontes. O custo médio de cada unidade adquirida foi de R$126,08 que totalizou R$ 5.800,00. A necessidade da aquisição para reconstruir pontes era tamanha, que só restam 19 pranchas da madeira adquirida. 

Soubemos há pouco que mesmo com todo empenho da Secretaria de Obras há comerciantes locais que ficaram insatisfeitos quando foi interrompido trânsito na Av.23 de Maio para realizar o tapa-buracos no asfalto. 

Comerciante e a população terá que ter paciência e se preparar para estragos ainda maiores, porque as obras só poderão ser feitas a partir do fim do período chuvoso e, todos sabem que tradicionalmente ainda temos a grande cheia de São José pela frente, no dia 18 de março.